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Escritor francês
(1913-1960), geralmente associado ao existencialismo. A sua reflexão
incidiu, sobretudo, no absurdo da condição humana e no destino do homem
(que se sente carente do absoluto), com os quais tem de se confrontar, a
fim de esgotá-los, encontrando assim a liberdade.
Escreveu novelas, ensaios, romances e obras de teatro. Recebeu, em 1957,
o Prémio Nobel da Literatura.
Obras: O estrangeiro, O mito de Sísifo, A peste, O homem
revoltado. |